O posto, o contrato e a folha no mesmo lugar: a falta de hoje já aparece no custo do contrato deste mês. A Kirano é o sistema da terceirizadora que cresceu além da planilha — contratos com postos, escala com cobertura, ponto legal, folha e eSocial, sem projeto de implantação de meses.
O setor não vende horas nem licenças de software: vende postos de trabalho. Por isso na Kirano o posto é a unidade de tudo — do contrato ao faturamento, da escala à folha.
Cada contrato com seus postos: cargo, quantidade, local do tomador, vigência, valor e reajuste. Vendido × realizado por contrato — quantos postos estão de fato ocupados, e o que isso faz com a margem.
Escala por posto, reserva técnica e a pergunta que define o dia do supervisor: quem cobre a falta de hoje, e quanto custa cada opção de cobertura.
Registro de ponto conforme a Portaria 671 — com AFD e AEJ — mesmo em posto sem relógio. Espelho, tratamento de exceções e os arquivos fiscais que a fiscalização pede.
A folha nasce da escala e do ponto — adicional noturno, hora extra, dobra, DSR — e o eSocial sai do próprio sistema, inclusive a lotação tributária (S-1020) que existe justamente por causa da cessão de mão de obra.
Cobrança mensal gerada do contrato, com emissão de nota fiscal de serviço — o valor cobrado e o custo real do posto lado a lado.
Documentos dos colaboradores organizados por posto e contrato — a documentação mensal que o cliente exige pela responsabilidade subsidiária, pronta em vez de caçada.
O que a lei permite, o que a convenção muda e quanto cada decisão custa — escrito para o dono e o supervisor da terceirizadora, com as fontes oficiais no fim de cada guia.
A planilha de custo do posto, módulo a módulo: remuneração, encargos, provisões, benefícios, reserva técnica, insumos, tributos e margem — com um porteiro 12x36 calculado linha a linha.
OperaçãoFolguista, hora extra, dobra, banco de horas, intermitente, temporário — o que a CLT exige em cada uma, o custo de cobrir uma jornada e como dimensionar a reserva técnica.
ComplianceO evento que existe por causa da cessão de mão de obra: os tipos de lotação que importam, como ela conversa com a folha e a retenção de 11%, os erros que custam caro e o checklist do fechamento.
OperaçãoO que a remuneração mensal já cobre, o intervalo de trinta minutos, o adicional noturno hora a hora, qual divisor usar e o que faz o regime cair na Justiça.
Preço e contratoA conta oficial em dias por ano, o percentual que ela produz e como transformar isso em número de folguistas por turno e por região.
ComplianceOs três tipos de registrador, por que o REP-P é o do posto, o que o sistema tem que produzir, as quatro vedações da norma e o pacote que a fiscalização pede.
Como escolherOito blocos, do contrato ao faturamento, com o teste para pedir em cada demonstração e os cinco sinais de que o sistema não é do setor.
A conta do setor, feita no navegador, com os seus números — nada é enviado para a gente.
O alvo não é a operação de 10.000 vidas: é a terceirizadora que opera dezenas ou centenas de postos com planilha, mensagem e folha no contador — e que perde contrato quando o posto amanhece descoberto.
Folha, eSocial, ponto legal e escala com cobertura não são promessa de roadmap: rodam hoje em operações brasileiras intensivas em mão de obra, com milhares de colaboradores CLT em turnos.
Reajuste de convenção que não foi repassado e posto extra que nunca foi faturado são dinheiro saindo em silêncio. O contrato mostra o combinado contra o entregue — todo mês.
Quase ninguém no setor publica preço. O nosso está aqui, e é o mesmo que as operações que já rodam este motor pagam hoje: cerca de R$ 15 por colaborador por mês na jornada padrão, R$ 10,32 no 12x36 — com contratos, escala, ponto, folha, eSocial, faturamento, implantação e suporte incluídos.
Cada entrada ou saída registrada é um registro. Supervisor, escritório e contador não geram registro — não custam nada. Afastado e de férias também não.
Nenhuma taxa de entrada, nenhuma licença por módulo, nenhuma cobrança por posto, contrato ou tomador. Fatura mínima de R$ 503,80 por mês.
Cobrança mensal em reais, contra o seu CNPJ. Reajuste uma vez por ano, em janeiro, pelo IPCA — o mesmo ciclo dos seus contratos.