O posto, o contrato e a folha no mesmo lugar: a falta de hoje já aparece no custo do contrato deste mês. A Kirano é o sistema da terceirizadora que cresceu além da planilha — contratos com postos, escala com cobertura, ponto legal, folha e eSocial, sem projeto de implantação de meses.
O setor não vende horas nem licenças de software: vende postos de trabalho. Por isso na Kirano o posto é a unidade de tudo — do contrato ao faturamento, da escala à folha.
Cada contrato com seus postos: cargo, quantidade, local do tomador, vigência, valor e reajuste. Vendido × realizado por contrato — quantos postos estão de fato ocupados, e o que isso faz com a margem.
Escala por posto, reserva técnica e a pergunta que define o dia do supervisor: quem cobre a falta de hoje, e quanto custa cada opção de cobertura.
Registro de ponto conforme a Portaria 671 — com AFD e AEJ — mesmo em posto sem relógio. Espelho, tratamento de exceções e os arquivos fiscais que a fiscalização pede.
A folha nasce da escala e do ponto — adicional noturno, hora extra, dobra, DSR — e o eSocial sai do próprio sistema, inclusive a lotação tributária (S-1020) que existe justamente por causa da cessão de mão de obra.
Cobrança mensal gerada do contrato, com emissão de nota fiscal de serviço — o valor cobrado e o custo real do posto lado a lado.
Documentos dos colaboradores organizados por posto e contrato — a documentação mensal que o cliente exige pela responsabilidade subsidiária, pronta em vez de caçada.
O alvo não é a operação de 10.000 vidas: é a terceirizadora que opera dezenas ou centenas de postos com planilha, mensagem e folha no contador — e que perde contrato quando o posto amanhece descoberto.
Folha, eSocial, ponto legal e escala com cobertura não são promessa de roadmap: rodam hoje em operações brasileiras intensivas em mão de obra, com milhares de colaboradores CLT em turnos.
Reajuste de convenção que não foi repassado e posto extra que nunca foi faturado são dinheiro saindo em silêncio. O contrato mostra o combinado contra o entregue — todo mês.