Preço
● Atualizado em 2 de setembro de 2026
A Kirano custa R$ 0,344 por registro de ponto. Para um colaborador em jornada padrão — 22 jornadas no mês, uma entrada e uma saída — são cerca de R$ 15 por colaborador por mês. Para um posto 12x36, com 15 jornadas, são R$ 10,32. O preço inclui contratos com postos, escala com cobertura, ponto eletrônico legal, folha completa, eSocial, faturamento por contrato, implantação, treinamento e suporte. Não há taxa de implantação, não há cobrança por usuário, por posto ou por módulo, e não há fidelidade. A fatura mínima é de R$ 503,80 por mês.
Quase ninguém no setor publica preço: a resposta padrão é "fale com o consultor", seguida de licença por módulo, implantação cobrada à parte e treinamento pago por turma. A nossa tabela está aqui — e é a mesma que as operações brasileiras que rodam este motor pagam hoje, com milhares de colaboradores CLT em turnos.
Como funciona a cobrança por registro
A Kirano é cobrada pela atividade de ponto registrada, não por licença de usuário. Cada entrada ou saída que um colaborador registra é um registro, e os registros são precificados em faixas progressivas — como as faixas do imposto de renda, cada alíquota vale só para os registros dentro dela:
| Registros por mês | Preço por registro |
|---|---|
| Até 30.000 | R$ 0,344 |
| De 30.001 a 60.000 | R$ 0,287 |
| Acima de 60.000 | R$ 0,229 |
Por que registro de ponto? Porque ele acompanha o que de fato move a operação de uma terceirizadora: jornadas trabalhadas, postos cobertos, horas extras, o próprio registro fiscal de ponto. Colaborador afastado ou de férias gera menos registros; supervisor, escritório, contador e acessos administrativos não geram nenhum — ninguém paga por assento. E o posto 12x36, que tem menos jornadas no mês, custa proporcionalmente menos.
Quanto dá na sua operação
Duas colunas, porque o setor tem as duas escalas: a jornada padrão (22 jornadas, 44 registros por colaborador) e o 12x36 (15 jornadas, 30 registros). Operação mista fica entre as duas — use o estimador logo abaixo.
| Colaboradores CLT | Jornada padrão · total mensal | Por colaborador | 12x36 · total mensal | Por colaborador |
|---|---|---|---|---|
| 30 | R$ 503,80 (mínimo) | R$ 16,79 | R$ 503,80 (mínimo) | R$ 16,79 |
| 50 | R$ 756,80 | R$ 15,14 | R$ 516,00 | R$ 10,32 |
| 100 | R$ 1.513,60 | R$ 15,14 | R$ 1.032,00 | R$ 10,32 |
| 200 | R$ 3.027,20 | R$ 15,14 | R$ 2.064,00 | R$ 10,32 |
| 500 | R$ 7.568,00 | R$ 15,14 | R$ 5.160,00 | R$ 10,32 |
| 1.000 | R$ 14.338,00 | R$ 14,34 | R$ 10.320,00 | R$ 10,32 |
Estime a sua mensalidade
Informe quantos colaboradores CLT registram ponto. A escala define os registros por colaborador no mês: 44 na jornada padrão (22 jornadas, entrada e saída), 52 no 6x1 (26 jornadas), 30 no 12x36 (15 jornadas). Se a operação também registra o intervalo, escolha "Personalizado" e dobre.
Faixas progressivas aplicadas por registro; fatura mínima de R$ 503,80 por mês. Cobrança em reais, contra o CNPJ da sua empresa. Reajuste uma vez por ano, em janeiro, pelo IPCA acumulado.
Está tudo incluído
Um preço, a plataforma inteira:
- Contratos e postos — cada contrato com seus postos, vigência, valor e reajuste; vendido × realizado por contrato.
- Escala com cobertura — escala por posto, reserva técnica, quem cobre a falta de hoje e quanto custa cada opção.
- Ponto eletrônico legal conforme a Portaria 671 — registro pelo celular no posto do cliente, sem relógio obrigatório; espelho, tratamento de exceções, AFD e AEJ prontos para a fiscalização.
- Folha completa CLT — ciclo mensal, adicional noturno, hora extra, dobra, DSR, 13º, férias, rescisões, regras da convenção coletiva.
- eSocial nativo — eventos, fechamento mensal e a lotação tributária (S-1020) da cessão de mão de obra, gerados da própria folha.
- Faturamento por contrato — cobrança mensal gerada do contrato, com emissão de nota fiscal de serviço, e o custo real do posto ao lado do valor cobrado.
- A papelada do tomador — documentos dos colaboradores organizados por posto e contrato.
- Assistente de IA embutido — e o app do colaborador para registrar ponto no posto.
- Implantação, parametrização, treinamento e suporte — e toda funcionalidade nova que entrar no sistema.
O que a gente não cobra
- Taxa de implantação — convenção coletiva, rubricas e escalas são parametrizadas como parte da entrada.
- Licença por usuário — supervisor, escritório e contador entram sem custo; a conta é por registro, nunca por assento.
- Módulo — contratos, escala, ponto, folha e eSocial são um produto, não cinco adicionais.
- Posto, contrato ou tomador — cadastre quantos precisar; o preço não muda porque a operação ganhou um contrato.
- Relógio de ponto — nenhum equipamento obrigatório no posto.
- Fechamento de 13º ou de fim de ano — faz parte do produto, não é relatório à parte.
- Fidelidade — cobrança mensal, sem cláusula de permanência.
Cobrança em reais, reajuste em janeiro
A Kirano fatura contra o CNPJ da sua empresa, em reais, com nota fiscal de serviço. O número desta página é o número da fatura. O preço muda uma vez por ano, em janeiro, pelo IPCA acumulado do ano anterior — o mesmo mês em que saem o salário mínimo e as tabelas de encargos, e o mesmo ciclo em que você reajusta os seus contratos.
Como isso se compara
Os caminhos que uma terceirizadora nessa faixa costuma pesar, e onde cada um cobra:
| Caminho | Como cobra | O que fica de fora |
|---|---|---|
| Folha no escritório de contabilidade | Honorário mensal por colaborador, só pela folha | Posto, escala, cobertura e ponto continuam na planilha — o dono segue operando no escuro até o fechamento |
| Sistema vertical de desktop | Licença por módulo, implantação e treinamento cobrados à parte | Porte alvo maior que o seu; projeto de meses antes do primeiro posto no sistema |
| Relógio de ponto + software de ponto | Equipamento por posto mais mensalidade por colaborador | Resolve só o ponto; contrato, escala e folha ficam em outro lugar |
| Planilha + mensagem no grupo | Zero na fatura | Caro no posto descoberto, na hora extra sem controle e na fiscalização sem registro |
| Kirano | ≈ R$ 15 por colaborador por mês (R$ 10 no 12x36), publicado | Nada: contratos, escala, ponto, folha, eSocial e faturamento no mesmo sistema |
Perguntas que a gente recebe
O que conta como registro de ponto?
Cada entrada ou saída registrada por um colaborador. Um mês padrão de 22 jornadas com entrada e saída dá 44 registros por colaborador; um posto 12x36, com 15 jornadas, dá 30. Se a operação também registra o intervalo, são 4 registros por jornada.
Colaborador afastado, de férias ou desligado entra na conta?
Não. Quem não registra ponto não gera registro e não entra na fatura. Vale também para quem é dispensado de controle de jornada pelo art. 62 da CLT (gerência, atividade externa). Você paga só pela atividade registrada — a fatura mínima de R$ 503,80 é o piso.
Posto sem relógio de ponto: como o colaborador registra?
Pelo celular, no posto do cliente, com foto. É registro válido pela Portaria 671, com AFD e AEJ gerados pelo sistema. Nenhum equipamento é obrigatório — e se o posto já tem relógio, ele continua valendo.
Tem taxa de implantação?
Não. Implantação, parametrização da convenção coletiva, das rubricas e das escalas, treinamento e suporte estão dentro do preço por registro.
Cobra por usuário, por posto ou por contrato?
Não. Supervisores, escritório, contador e acessos administrativos não geram registro de ponto, então não custam nada. Contratos, postos e tomadores são ilimitados.
Tem fidelidade ou prazo mínimo?
Não. A cobrança é mensal, sem cláusula de fidelidade. A fatura mínima é de R$ 503,80 por mês.
Como o preço é reajustado?
Uma vez por ano, em janeiro, pelo IPCA acumulado. Sem reajuste no meio do ano e sem "taxa de plataforma" aparecendo na fatura.
Quer ver a conta com os seus postos?
Conte quantos contratos, postos e colaboradores você opera e em que escala. A gente responde com a mensalidade exata e uma demonstração com dados do seu setor.
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